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Ex-RBS, sopa de letrinhas e linha editorial


As empresas do Grupo NC, ex-RBS, colocaram na rua a campanha para que o público escolha o novo nome em uma sopa de letrinhas: LIG, NSC e DNC (já imaginou se escolhem LIG só de provocação? Provavelmente seria um nome inédito no mundo). Há repercussão nas redes sociais. Mas a questão não é só exatamente o nome, a programação Globo que vai continuar e os apresentadores locais que serão os mesmos. É linha editorial. Afinal, mesmo deixando Santa Catarina, o grupo anterior quando dirigido pelos seus principais acionistas, era focado em Comunicação e tinha procedimentos editoriais bem estabelecidos. Agora, com a troca para a família Sanchez de ramo diferente é preciso dizer ao público a que ela se propõe. O objetivo é negocio ou conteúdo? Pelos movimentos até agora há dúvidas sobre isso.

É óbvio que qualquer empresa só sobrevive se tiver respaldo financeiro, mas também é certo que empresa de Comunicação tem uma responsabilidade muito grande com a comunidade que transcende a isso.

Assim, está na hora de abrir o jogo, inclusive para os funcionários.
 

- Terminado o Catarinense recomeça do “zero” a negociação para os direitos das próximas competições.  O contrato com a RBS terminou, junto com a existência da empresa em Santa Catarina. Não há consenso de como o assunto será encaminhado para os próximos anos e há clubes que defendem um contrato direto com a Globo, sem a participação da Associação de Clubes e mesmo a Federação, que ficam com porcentagem do acordo. Não há no horizonte outra rede que se interesse pelo regional porque a transmissão é deficitária, devido a contratação de recursos técnicos e humanos extras e pouca oportunidade de receita. Assim, tudo indica que será uma longa negociação.

No Paraná não houve acerto este ano entre os principais clubes com a TV aberta e as transmissões finais foram realizadas via internet, com grande audiência.


- A maior expectativa midiática do ano ocorre em Curitiba, quarta-feira, no encontro frente a frente entre o juiz Sérgio Moro e o ex-presidente Lula. Seria o tipo de evento que se tivesse transmissão ao vivo quebraria recorde de audiência. Como se trata de algo reservado e formal não haverá transmissão. É ficar atento quem terá as primeiras informações e imagens do embate. E deduzir quem blefou antes.


- A Internet cada vez mais causa impacto nas mídias tradicionais. Nesta segunda, por exemplo os telejornais da Globo em São Paulo  tiram do logo a palavra TV. O objetivo é ficar mais adequado a reprodução e até produção de conteúdo na web. A convergência anda na velocidade do acelerador de partículas subatômicas.


- O Papa Francisco disse que os Estados Unidos não deveriam ter usado a palavra “mãe” para definir a potencialidade da bomba que foi jogada há alguns dias nas cavernas de terroristas no Afeganistão. Fazia tempo que não se ouvia uma bobagem papal tão grande.



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