Cine&Séries

HOLLYWOOD, A INDÚSTRIA DO ESCÂNDALO




Fora de Série

HOUSE OF CARDS (2013/2017 - 6 temporadas – Netflix )

O "Fora de Série" esta semana poderia se chamar "série, fora !". O escândalo envolvendo Kevin Spacey, protagonista de " House of Cards" fez a Netflix cancelar qualquer nova canalhice do político Francis Underwood interpretado por ele. Assim, a série de maior sucesso produzida pelo canal está jurada de morte na sexta temporada. Há a possibilidade de continuar...sem Kevin Spacey. No caso, Underwood morreria e a trama ficaria em cima da viúva, vivida pela Robin Wright, política tão ambiciosa quanto o marido. A ver.

É praticamente impossível mesmo para quem não viu "House of Cards" desconhecer do que se trata, e aqui preferimos falar de séries menos conhecidas.  Mas como uma homenagem póstuma, uma espécie de réquiem, vamos abrir uma exceção e falar da primeira e bem-sucedida série original da Netflix.

A primeira - e melhor-  temporada de " House of Cards" é um remake de minissérie inglesa exibida pela BBC em 1990. A versão americana, como era de se esperar,  carrega nas tintas e o deputado  líder da bancada majoritária comete todos os tipos de bandidagem para alcançar seus objetivos.  Depois de ser preterido ao cargo de Secretário de Estado, Frank vira um verdadeiro jiraya e sai destruindo adversários, inimigos e até aliados ( ah, é, é ?!!). Nessa jornada de vingança e ambição, ele tem a parceria de sua bela esposa, Claire, vivida por Robin Wright. Alguns dos melhores momentos se dão quando Francis/Kevin olha para a câmera e fala com o espectador. Ah, tudo tão familiar para nós que acompanhamos a política brasileira...

Para mim a segunda temporada foi uma decepção.  Alerta : aí vem spoilers !! Situações inverossímeis, como o congressista jogar pessoalmente a amante nos trilhos do trem, o ménage a trois com o motorista do casal etc...tiraram um pouco o foco do mais interessante:  as artimanhas políticas.

Temporada após temporada, o casal Underwood vai galgando posições até que Frank chega à tão sonhada presidência dos EUA.  Claire mostra que é menos good do que Alicia,vivida por Juliana Margulis em "The Good Wife", e não quer ser mais apenas a sombra do marido. Quer...poder ! Nos entremeios , casos extraconjugais permitidos, assessor capaz de matar, torturar, esfolar para proteger o chefe, o papel da imprensa nessa lambança toda...

Quem viu  " House of Cards" pode rever. Quem não viu, ainda tem chance. Mas, o que não veremos mais é Kevin Spacey em novos trabalhos na Netflix e quem sabe em lugar algum. Ser acusado de assédio a rapazes menores de idade - e ainda ter colocado a "culpa" do ato na homossexualidade até então não assumida - pode ser o fim da carreira de um brilhante ator. Ele conseguiu afrontar a moral, a justiça e a comunidade LGBT numa tacada só. Que os deuses do showbiz  tenham piedade dele !! E de mim que não vou resistir ao trocadilho: o castelo de cartas de Kevin Spacey ruiu..

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PEQUENO DICIONÁRIO SERIELÊS PARA AMADORES

Mais algumas expressões em inglês para entender o mundo das séries ...

Hype : exagero de algo; de marketing ; uma estratégia para enfatizar alguma coisa, ideia ou um produto. É um assunto que está dando o que falar, algo que está na moda e é comentado por todo mundo.  Por exemplo: quando estreia uma nova do temporada de Game of Thrones e só se fala disso nas redes sociais ( pode ser tb o marketing exagerado de prefeito, querendo ser candidato a presidência da República !).

Fandom : conjunto de fãs de alguma série 

Hit e Flop : A série mais em alta é um hit, um sucesso.  Flop é o contrário, aquela série que se transforma em fracasso. Exemplo: a série "Joey", de 2006, trazia o famoso personagem de Matt Le Blanc em "Friends" e por isso parecia que ia dar certo, mas flopou e mal conseguiu chegar à segunda temporada.

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Especial

OS ESCÂNDALOS DE ONTEM

Se alguém fosse compilar todos os escândalos de Hollywood teria que escrever uma enciclopédia de 30 volumes. São tantos e tão "cabeludos" que  fariam o arcebispo português (leia no "Hasta la vista, baby") passar mal outra vez!  No passado já aconteciam os assédios tão em voga atualmente, orgias, traições e sabe-se lá o que nunca veio à tona. Era mais fácil esconder pois não existiam redes sociais, mas mesmo assim muitos astros foram expostos à execração pública, às vezes, por pouca coisa. Aqui, apenas alguns desses babados...

Charles Chaplin:  E não é que o doce Carlitos se meteu em várias confusões? Desde a reclamação de sua primeira esposa de que Chaplin gostava de fazer sexo oral ( na época, se ouviu um óooh ) até a pior acusação : uma menor de idade disse estar grávida dele. Chaplin respondeu processo  -que virou o que hoje chamaríamos de "espetáculo midiático"- e, ao final, comprovou-se que o bebê não era dele. Mesmo assim foi condenado a pagar pensão alimentícia.  Seguindo na preferência por  jovenzinhas, em 1943, ele casou com Oona O`Neill, filha do conhecido dramaturgo Eugene O`Neill. Ela tinha 17 anos e Chaplin, 54.  Gerou tanta polêmica que eles se mudaram para a Suiça em busca de sossego. Tiveram oito filhos e ficaram juntos até a morte dele em 1977.


Chaplin e Oona 

Roman Polanski : Assim como Chaplin, foi uma denúncia de abuso contra uma menor que tirou Polanski dos Estados Unidos. A vítima tinha 13 anos quando o diretor polonês a levou para a casa de Jack Nicholson ( esse também costuma aprontar...) a embebedou e violentou.  Ele fugiu para a Europa para não ser preso. Até hoje o diretor dos ótimos " O Bebê de Rosemary", "O Inquilino", "A Dança dos Vampiros" tem prisão decretada nos EUA.

Cary Grant e Randolph Scott : Se ainda hoje causa certo "auê" atores revelarem sua homossexualidade, na época de ouro de Hollywood era impensável  galãs se assumirem gays ( a palavra nem era usada nesse sentido).  Imaginemos então dois ídolos do público feminino se declararem um casal ? Impossível ! Mas é o que todos falavam sobre Cary Grant e Randolph Scott. Moraram juntos durante anos até, mais tarde, casarem não um com o outro, mas com duas amigas. Cortina de fumaça proposta pelos estúdios para um amor que parece ter sido dos mais longevos de Hollywood.


Cary Grant  e Randolph  Scott

Rock Hudson : A personificação da virilidade, par romântico constante de Doris Day,  e outras estrelas, Rock Hudson  foi o maior galã dos anos 50/60. Ele ficou "no armário" toda a sua vida. Os estúdios arranjavam até casamentos fictícios para ele. Mais tarde Rock teve coragem para divulgar que estava com Aids e assim ajudar na prevenção da doença que começava a mostrar as garras. No hospital recebeu a visita quase secreta da grande estrela Elizabeth Taylor, sua amiga e colega de elenco. O lindo galã de sorriso doce morreria da doença em 1985, aos 59 anos.

Fonte:  Sex lives of the Hollywood , de Nigel Cawthorne

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O LIVRO QUE VIROU FILME

ESCÂNDALO NA SOCIEDADE – Harold Robbins ( 1962 )


 

O americano Harold Robbins foi autor de vários best sellers.  Vendeu milhões de livros ao longo da vida ( morreu em 1997, aos 81 anos). A crítica torcia o nariz para seus livros, enquanto Robbins ia ficando cada vez mais rico. Embora não fosse nenhum gênio da literatura, suas histórias eram super adaptáveis às telas , o que lhe garantiu sucesso também no Cinema. " Os Desalmados", " Stilletto", "Nevada Smith",  "A Mulher Só", "Balada Sangrenta" (com Elvis Presley) foram apenas alguns livros que viraram filmes. Mas o destaque aqui é para "Escândalo na Sociedade" e vocês imaginam porque !

A  trama do livro seria baseada na história real de Lana Turner,  a diva dos anos 40 mais bem paga da sua época, intérprete de trinta filmes. Lana casou oito vezes e sua vida foi repleta de tragédias. A maior delas seria a inspiração de Robbins para "Where Love Has Gone", título original de "Escândalo na Sociedade". O gângster Johnny Stompanato Jr., amante de Lana, teria sido morto a facadas pela filha de 14 anos da atriz,  Cheryl Crane,  ao defender a mãe de agressões. Sempre restou a suspeita de que Cheryl pode ter assumido o crime de Lana por ser menor de idade. Acabou ficando anos em um reformatório. Robbins dá outros nomes aos personagens, mas a semelhança com o drama de Lana Turner não é mera coincidência.

O FILME (1964)

Tanto no livro, quanto no filme, a filha  tem um caso com um dos amantes da mãe. Na vida real, isso teria acontecido com o ator Lex Barker, famoso pelo papel de Tarzan, quando Cheryl tinha apenas 12 anos. " Escândalo na Sociedade" começa exatamente com o assassinato do amante da protagonista, interpretada pela prestigiada Susan Hayward. Outro nome importante no elenco é o de Bette Davis, fazendo a avó da garota que luta pela sua guarda.

O final é diferente da história real de Lana Turner. No filme, a mãe acaba revelando que o amante foi morto quando tentava defendê-la dos ataques da filha e não o contrário. Depois disso, ela põe fim à própria vida. Harold Robbins teria achado que a tragédia da estrela não era suficientemente forte para as telas e criou um suicídio ?? Uau !! Na real, Lana Turner morreu de câncer na garganta,em 1995, aos 75 anos. Até no final da vida, um drama.


Lana Turner 

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PIPOCA NEWS

Cineclube Mostra de Cinema Infantil – entrada gratuita

18 de Novembro – 16 horas – CIC- Centro Integrado de Cultura- Florianópolis, SC

CURTAS NACIONAIS

Aquitã, o indiozinho (de Frata Soares, RJ, animação, 2015, 4min) - Aquitã é um indiozinho muito forte e corajoso. Porém, quando a noite chega trazendo a escuridão, Aquitã rapidamente procura abrigo no colo de sua mãe. O indiozinho, quem diria, morre de medo do escuro!

O Awa Poanpé (de Julia Vellutini, animação, SP, 2017, 5'27'' - O Awa Poanpé é um curta-metragem em animação, que surge de um processo colaborativo com um grupo de jovens da Aldeia indígena Krukutu, localizada em Parelheiros, São Paulo.

Como fazer um pião (Rita de Cácia Oenning da Silva, documentário, SC, 2017, 3'09'') - Em Balaio, uma aldeia indígena Desana/Tucano do Alto Rio Negro (AM), crianças fabricam seus próprios brinquedos. Edernilton, um menino de onze anos, ensina como fazer pião com  sementes e galhos de madeira.

Caminho dos gigantes (de Alois Di Leo, animação, SP, 2016, 11'52'') - "Caminho dos Gigantes" conta a história de Oquirá, uma menina indígena de seis anos que vai desafiar o seu destino e entender o ciclo da vida.

Nossa vida no Amazonas: uma resposta às crianças da eFaz (de Kurt Shaw, documentário, SC, 2016, 9'24'')- Depois de assistir à "carta-vídeo", enviada pelas crianças da Escola da Fazenda (Florianópolis,SC), as crianças da aldeia Tapajós mostram dinâmicas cotidianas, suas brincadeiras, a escola e suas famílias.

O último índio (de Maria Teresa Murer, animação, RS, 2017, 12'15'' - Quando a aldeia acaba, o velho pajé Tamai leva o último índio, o jovem Caiua, para viver com o povo índio irmão. Durante o caminho, vai ensinando Caiua, que vivia com os homens brancos, a ser índio de novo. 

Naiá e a Lua  (de Leandro Tadashi, ficção, SP, 2010, vídeo HD e 35mm, 13 min) -  A jovem índia Naiá se apaixona pela lua ao ouvir da anciã de sua aldeia a história do surgimento das estrelas no céu.

Após a sessão haverá um bate-papo com a diretora de "Como Fazer um Pião", Rita de Cácia Oenning da Silva.

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OUTRAS PALAVRAS

Poucos se arriscariam a encarar o desafio de escolher o único filme que veriam na vida, se só pudessem escolher UM! Entendo que foi uma maldade da minha parte, mas fiz a minha opção por "Amarcord", confesso sem tanto sofrimento assim. Sempre digo que ele é "hors concours". Tirando "Amarcord", aí sim eu teria dificuldade de escolher apenas um. O jornalista Jaime Gargioni  topou e, depois de muito pensar, apontou  " O "seu filme favorito.

O Leopardo ( Il Gattopardo)

"Escolher um filme como sendo o melhor pode parecer injusto com todos os talentos que consolidaram a sétima arte nesses 100 anos de cinema. Talvez tenha que procurar nos meus arquivos sentimentais e estéticos, além dos filosóficos, para arriscar uma escolha segura, incontestável, mesmo para aqueles que escolheriam obras distintas, com outros requintes e motivações.

 Em uma lista com mais de 100, pinço O Leopardo, dirigido pelo italiano Lucchino Visconti, em 1963 e premiado com a Palma de Ouro no festival de Cannes. Esta obra prima, baseada no livro homônimo de Giuseppe Tomasi di Lampedusa, mostra a angústia da nobreza rural siciliana (falida) ao se ver ameaçada pela ascensão da burguesia. É o velho frente a frente com o novo.

Maravilhosa a primeira cena que mostra a família do príncipe Fabrizio Salina (Burt Lancaster inesquecível) ajoelhada, toda empoeirada, rezando, enquanto as forças republicanas lideradas por Garibaldi desembarcam em Marsala, na Sicilia agrícola e atrasada.

Este tempo é 1860, época do Risorgimento, quando a Itália, feita de pequenos reinos e feudos, luta pela unificação. Forças revolucionárias pipocam por toda a bota peninsular, e aos poderosos, decadentes, resta se unirem, de uma maneira ou outra, ao novo, enriquecido. O príncipe Salina incentiva seu sobrinho Tancredi (Alain Delon) a juntar-se aos revoltosos para tirar  proveito da onda garibaldina. É a luta de quem acredita e afirma que é preciso quetudo mude para que tudo permaneça como está.

Derrotado o exército de Garibaldi, Tancredi muda de lado e integra as forças governistas vencedoras. Salina se esforça para atrair a nova classe social, tão cheia de vitalidade e de dinheiro,representada pela estonteante beleza de Angélica (Claudia Cardinale) e seu pai, Calogero (Paolo Stoppa). Ela faz o par romântico com Alain Delon. A trilha sonora  é do maravilhoso Nino Rota.

Há uma cena antológica, com mais de 30 minutos, que mostra o baile estrategicamente oferecido à burguesia nas dependências do palazzo de Donnafugata ( parcialmente restaurado para as filmagens). Uma mistura de arrivistas com nobres, algo impensável em tempos passados. Não consigo esquecer Burt Lancaster vagando no meio dos convidados, como um sonâmbulo, atormentado pela sua "velhice". Olhando no espelho, uma lágrima escorre em seu rosto.

Já revi muitas vezes esta obra fantástica de um dos diretores mais criativos do cinema mundial, sempre fascinado pela decadência ou então pela dissolução da família (Rocco e Seus Irmãos).

Lembram-se de Morte em Veneza? Visconti era um conde milanês, Lampeduza um príncipe siciliano. Sabiam do que falavam..." (Jaime Gargioni)

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BEIJO DE CINEMA

Já que o mote desta edição é escândalo, a escolha foi o primeiro beijo nas telas e que provocou manifestações indignadas na época. Como John C. Rice e May Irwin tiveram coragem de dar , em 1896, o que hoje chamamos de "selinho"  ?? Thomas Edison – o inventor da lâmpada mesmo – filmou a mesma cena que o casal de atores interpretava no final de um musical chamado "The Widow Jones". As informações estão no livro "The Story of Film", de Mark Cousin.  Assista "The Kiss" aqui e veja que " ousadia" !!

Só 61 anos depois, o espectador viu nas telas o verdadeiro "beijo francês", onde a língua é o destaque. Foi no ótimo "Clamor do Sexo", dirigido por Elia Kazan, em 1961. Natalie Wood e Warren Beatty, jovens e lindos, foram os protagonistas. O "sexo" no título brasileiro só se entende se estiver se referindo à repressão sexual que os dois jovens enfrentavam, pois o nome original é " Splendor in the Grass" (Esplendor da Relva).

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HASTA LA VISTA, BABY!

Continuando na vibe escandalosa não posso deixar de falar em "O Império dos Sentidos" ( 1976), dirigido pelo japonês Nagisa Oshima. As frases não estão no filme, nem são do diretor ou dos atores. Quem tem a palavra hoje é um espectador horrorizado diante da obra que sacudiu as telas nos anos 70/80.


O diretor Nagisa Oshima 

Resumidamente: criada e patrão iniciam uma relação que vira obsessão sexual e paixão fatal. Muitas cenas – como a do "ovo" ( nunca viu?) – foram marcantes. O filme foi rejeitado pelo Festival de Cinema de Nova York ; censurado no Reino Unido; e levou quatro anos para ser liberado pelo Conselho Superior de Censura no Brasil. Até hoje não foi liberado no seu país de origem, o Japão.

Em 1991, o canal português RTP, exibiu "O Império dos Sentidos", às  dez da noite, e o governo quase caiu !!Pediram a demissão do conselho e administração da RTP, dos responsáveis pela programação e o primeiro ministro de Portugal, Cavaco Silva, mandou apurar o caso.

Ah, tá... mas não chega nessa frase nunca ?? Ok, guardamos o espaço para a declaração, ao jornal Expresso, do arcebispo de Braga, Portugal,  D. Eurico Nogueira a respeito da exibição na RTP: 

"Aprendi mais em meia-hora a ver O Império dos Sentidos do que em 67 anos de vida". Confessou ter tido "horríveis vômitos" após assistir o filme. Disse que o melhor horário para "filmes assim" seria "às duas ou três da noite, que será hora adequada para marginais e certos doentes". ( Fonte: Site "P")

Obs.da coluna : Bem, pelo que deu pra entender sua Eminência viu TODO o filme antes de passar mal...tsc,tsc... ?

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Mens@agem para você

De: Victória Razig Votto  ( sobre casais de séries "shipáveis")

Nicky e Morello de " Orange is the new Black", o ship "afundou", mas a gente continua acreditando! Outro de " Game of Thrones" é Arya e Gendry ... rolava um clima!

Pois é Victória, os fãs aguardam o retorno de Gendry à série para ver se rola ou não o romance com a furiosa Arya...

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De : Biaguiar (sobre o "Fora de Série")

Foi premonição ou informação de bastidores que fez a coluna escolher The Newsroom bem na semana do caso William Waack ? Você descreve McAvoy como jornalista, veterano, medalhão, ranzinza, politicamente conservador...quanta semelhança, não?

Hehehe...foi apenas uma coincidência, Bia. Não lembro de nenhum comentário racista de Will( ???!!!!) McAvoy, só um episódio em ele faz uma entrevista tão agressiva com um senador gay e negro porque esse apoia um político racista e homofóbico, que o entrevistado se irrita e começa a gritar !

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Sobre a colunista:

Brígida De Poli é jornalista. Cinéfila desde criancinha, converteu-se à mania das séries depois de assistir a "Os Sopranos". Não se considera crítica de Cinema, apenas alguém que gosta de compartilhar ideias sobre a sétima arte.



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