Cine&Séries

Corra, Donald Trump, corra!




FORA DE SÉRIE

Run coyote run (Fox Premium- 13 episódios – 60min)

Depois dos EUA, Noruega, Catalunha, Argentina ...chegamos ao México. Sim, o país é grande produtor de séries. Muitas delas "meia-boca". Mas no meio dessa produção irregular, encontramos "Run Coyote Run" para nos fazer rir acerca de um assunto sério: o tráfico de pessoas. A história mostra dois amigos de infância: Gamaliel ( Harold Torres) e  Morris ( Eivaut Rischen).O primeiro é mexicano, o outro norte-americano. Ao se reencontrarem já adultos, eles decidem criar uma "agência de viagens", a "Run Coyote Run". O que eles denominam de "agência de aventura turística", nada mais é que uma forma de passar imigrantes ilegais para o lado do tão sonhado Estados Unidos. No primeiro episódio, a dupla atravessa um promissor jogador cubano de baseball. Depois sucedem-se o dono de um circo que quer tratar o dente de seu tigre, um político corrupto fugindo da Justiça, uma bela mulher que quer encontrar o marido que foi para a América e nunca mais deu notícias...

Gama e Morris vivem às turras quando o assunto é qual dos dois países é melhor. Apesar da atividade que exercem, eles têm bom coração e acabam quebrando o galho de um ou outro cliente em situação difícil. Vivem numa pequena cidade mexicana da fronteira, cada qual com suas confusões amorosas. Gama é tão mulherengo que não "poupa" nem a viúva do irmão; e Morris é apaixonado por uma americana ainda mais doida que ele, agora casada com um policial local.

"Run Coyote Run" é uma produção simples, com atores pouco conhecidos no Brasil, mas aí reside um dos pontos fortes da série: fica mais verossímil não ver as mesmas caras de sempre. O elenco de apoio é muito bom, principalmente os que formam a "equipe" da agência: o "Mudo" ( Hector Gimenez) e o africano Kewewe (Jean Roland Dufresne ) - esse sempre com saudades da terra natal – são responsáveis por algumas das cenas mais engraçadas do seriado.

O mais interessante é que tudo vem embalado num tom sarcástico, ácido e, em alguns momentos, trágico, pois não dá para esquecer que na vida real os "coiotes" – como são chamados os atravessadores – podem ser cruéis e enganadores.  A série foi produzida antes de Donald Trump chegar à presidência dos EUA, mas acabou sendo lançada no momento em que ele ameaça de expulsão milhares de imigrantes, principalmente mexicanos, e de mandar construir um muro entre os dois países.  

Te cuida, Trump: Gama e Morris vão encontrar um jeitinho de continuar passando clientes para o outro lado...

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O LIVRO QUE VIROU FILME

Mulheres Apaixonadas – ( D.H.Lawrence- 1920)

O escritor britânico D.H.Lawrence é mais conhecido pelo escândalo que causou com o livro "O Amante de Lady Chaterley", proibido na Inglaterra mesmo antes de seu lançamento ( 1928). Depois foi publicado clandestinamente na França e durante muito tempo lido às escondidas, como se fosse reles pornografia. Mas, a obra de D.H.Lawrence é bem maior que a polêmica. É um retrato do puritanismo da era vitoriana, das emoções humanas e da sexualidade feminina, embora  alguns a considerem uma visão machista. Pode parecer inacreditável, mas "O Amante" ficou proibido até 1960. Mais tarde entrou na lista dos 100 maiores romances  em língua inglesa do século XX. Controvérsias à parte, D.H. produziu outros grandes livros como "Filhos e Amantes", " A Serpente Emplumada" e aquele sobre o qual nós vamos falar: "Mulheres Apaixonadas".

No caso de "Mulheres Apaixonadas" fiz o caminho inverso do costumeiro: primeiro vi o filme e depois li o livro. Em uma tarde qualquer, professor atrasado para dar a aula, a turma resolveu sair antes que ele chegasse . A maioria escolheu como programa das horas livres,ir ao cinema. Preferimos uma sessão dupla: "Viridiana", do Buñuel, e "Mulheres Apaixonadas", do Ken Russel. Um encontro com a obra do espanhol nunca passava batido, mas naquela tarde foi a adaptação de D.H.Lawrence que me impactou ao extremo.

A história se passa na Inglaterra após a 1ª Guerra e gira em torno das irmãs Gudrun ( a maravilhosa Glenda Jackson) e Ursula (Jennie Linden) e dos amigos Gerald (Oliver Reed), um rico industrial e Rupert (Alan Bates), um professor. O frio Gerald inicia com Gudrun, uma mulher liberada, um relacionamento repleto de possessividade e competição. Rupert, por sua vez, envolve-se com Ursula, mais meiga que a irmã, mas ainda assim a relação não completa Rupert. Ele é fascinado pelo amigo e, em uma das cenas, mais marcantes do filme fica claro o desejo entre ambos. Oliver Reed e Alan Bates, nus e lutando à luz do fogo, é algo inesquecível.

Há outras sequências espetaculares, como Glenda dançando junto a um rebanho de touros ferozes, Alan Bates esfregando-se em plantas ásperas num momento catártico, Oliver Reed chicoteando o cavalo para se exibir à namorada. Para mim, essas cenas não estavam ali só para impressionar o espectador. Cada uma, ajudava a contar quem era quem.

Ken Russel era considerado por parte da crítica um diretor excêntrico, exagerado, mas soube construir um filme  lindo em imagens, não raso em sentimentos. A história escrita por D.H.Lawrence vai bem além da questão mal resolvida da homossexualidade latente dos dois protagonistas. Ele especula, propõe uma reflexão sobre outras formas de amor, de relacionamentos não só físicos , entre homens e mulheres que não cabiam na moral vitoriana inglesa. Talvez não caibam até hoje. Por tudo isso, saí do cinema e corri para comprar e ler o livro de D.H.Lawrence que deu origem ao belo filme de Russel. Acabei lendo outros vários livros dele, o que mostra a importância do Cinema para a descoberta de maravilhas na literatura, na música e outras formas de arte.

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ESPECIAL

A ARTE DA PINTURA NAS TELAS DO CINEMA

Daiane, uma aluna da Oficina da História da Pintura da Fundação Catarinense de Cultura, que acontece no CIC-Centro Integrado de Cultura, sob a coordenação do Prof. Jayro Schmidt ,sugeriu que se fizesse uma lista de filmes sobre pintores . Durante a pesquisa descobri que esses artistas  renderam um número interminável  de roteiros. Limitei à escolha a 20 pintores e suas obras. Nem todas as histórias resultaram em grandes filmes, pois alguns diretores carregaram nas tintas (sem trocadilho!) dramáticas das vidas de homens e mulheres tão talentosos quanto angustiados. Entre os mais inspiradores estão Van Gogh , Gauguin e Picasso. Destaco alguns de que  gosto especialmente, entre eles,  Caravaggio e Frida .

Van Gogh
Sede de Viver ( 1956)
Vicent & Theo (1990)
Van Gogh ( 1991)

Gauguin (*)
Um lobo atrás da porta (1986)
Rumo ao Paraíso ( 2003)
(*)Uma curiosidade: O pai, Donald Shuterland, fez Gauguin no primeiro filme e o filho, Kiefer Sutherland, na versão de 2003.

Picasso
O Mistério de Picasso (doc-1955)
Os Amores de Picasso ( 1996)

Andrei Rublev (1966)
Andrei Rublev – um dos filmes sobre pintores  mais aclamados pela crítica cinematográfica

Michelangelo
Agonia e Êxtase (1965)

Goya
Goya em Bordeaux (1999)
Sombras de Goya (2006)

Gustav Klint
Klimt (2006)
A Dama Dourada (2015)

Vermeer
Moça com brinco de pérola ( 2003)
Tim`s Vermeer (doc./2013)

Modigliani
A Paixão pela vida (2004)

Rembrandt
Rembrandt ( 1936)
Ronda Noturna (2007)

El Grecco
El Grecco ( 1966)

Toulouse Lautrec
Moulin Rouge ( 1952)

Caravaggio
Caravaggio ( 1986) - O filme que concorreu ao Urso de ouro no Festival de Berlim (1996) dá bem a dimensão da alma conturbada e dúbia do pintor italiano. A fotografia é importante para destacar a obra extraordinária de Caravaggio.

Renoir
Renoir ( 2012)

Salvador Dali
Poucas cinzas (2008)

Seraphine de Senlis Louis
Seraphine (2008)

Margaret Keane
Grandes Olhos (2014) – mais interessante pela história da artista, cujo marido assinou os quadros dela durante muitos anos, do que por suas obras em si

Jackson Pollock
Pollock ( 2000)

Renoir
Renoir ( 2012)

Munch
Edvuard Munch ( 1974) – filme muito elogiado pela crítica cinematográfica

Basquiat
Basquiat ( 1996)

Frida Khalo
Frida  (2002) - O filme tornou Frida conhecida no mundo inteiro, influenciou a moda ao mostrar o estilo marcante da mexicana, colocou Frida no pedestal da cultura pop. A trilha sonora , que inclui uma canção com Caetano Veloso,  ganhou o Oscar.

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FAN PAGE

A sugestão desta semana vem de longe ou de muy lejos ! Nicolás Venetucci é argentino, vive em Santa Fé, mas já morou no Brasil. É um cineseriéfilo e nos manda boas dicas.

Ele sugere dois filmes de sua terra natal que, como sabemos, faz um ótimo Cinema:" La Nieve Negra ( 2017) e "Camino a La Paz" (2015). Recomenda também a série "Um Gallo para Esculápio". 

Com a possibilidade de se baixar filmes e séries pela internet é possível  ter acesso aos três. Mas, por comodidade, é mais fácil ver " A Neve Negra", com legendas em português, no Now/Net. A crítica no Brasil foi bem severa com " La Nieve Negra", mas está longe de ser um filme ruim. Há suspense, drama familiar e um final...ops!

Ricardo Darín interpreta Salvador,  um papel bem diferente dos que costuma fazer. O personagem não é charmoso, muito antes pelo contrário, é sombrio e vive isolado numa área de caça que pertence à família. O irmão Marcos ( Ricardo Sbaraglia, que não perde em interpretação para Darín neste filme) e a cunhada Laura (Laia Costa)chegam à gelada Patagônia, após a morte do pai, tentando convencer Salvador a vender as terras. Sabe-se que Salvador foi acusado na adolescência de ter matado o próprio irmão. Era maltratado constantemente pelo pai. Aos poucos os segredos familiares começam a vir à tona. Paramos aqui, para não cometer spoiler. ¡Mira tú mismo la película!

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EM CARTAZ

Mais uma oportunidade para ver bons filmes de graça em Florianópolis! A FCC-Fundação Catarinense de Cultura, em parceria com o Centro Popular de Cultura da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (CPC Umes) , promove a exibição da 1ª Mostra de Cinema Russo. Vai ser no Museu da Imagem e do Som (MIS/SC), no CIC-Centro Integrado de Cultura.

A programação começa hoje (03) e continua nas próximas terças, até 17/10. Uma ótima oportunidade de se conhecer o cinema russo contemporâneo.

  • Dia 3 de outubro, às 20h:

Tigre Branco
Direção: Karen Shakhnazarov
Ano: 2012 
Duração: 104 min 
Gênero: Guerra 
Sinopse: Shakhnazarov mescla filosofia e mistério nesta batalha fantástica entre o tanquista Naydenov e um "tanque fantasma" alemão, nos dias finais da 2ª Guerra Mundial. Indicado para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

  • Dia 10 de outubro (terça-feira), às 20h:

Lenin em Outubro 
Direção: Mikhail Romm
Ano: 1937
Duração: 108 min 
Gênero: Guerra 
Sinopse: Dez anos depois do "Outubro", de Eisenstein, onde o protagonista são as massas trabalhadoras, Romm aceita o desafio de individualizar e dar vida à figura de Lenin.

  • Dia 17 de outubro (terça-feira), às 20h:

O Caminho para Berlim
Direção: Serguei Popov
Ano: 2015
Duração: 83 min 
Gênero: Guerra 
Sinopse: Condenado por covardia ao fuzilamento, tenente russo tem várias oportunidades de escapar, enquanto cruza a estepe escoltado por soldado cazaque até o posto de comando. Baseado em escritos de Konstantin Simonov e Emmanuil Kazakevich.

Local: Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis (SC)
Entrada gratuita
Informações: (48) 3664-2650 ou 98866-6012

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PIPOCA NEWS

Programa para cinéfilhinhos nos cinemas da Grande  Florianópolis.
 

  • LEGO Ninjago – O Filme

Estados Unidos /2017/ 1h41 / Animação / Livre

Elenco: Vozes originais de Jackie Chan e Dave Franco.

Sinopse oficial: O universo LEGO apresenta a Ninjago City, local onde vive o jovem mestre-construtor Lloyd e seus amigos. Durante o dia eles são adolescentes comuns, enfrentando os problemas na escola. Mas quando cai a noite, eles se tornam guerreiros ninja secretos. Guiados pelo Mestre Wu (Jackie Chan), que é tão rabugento quanto sábio, eles precisam derrotar Lorde Garmadon, que é justamente o pai de Lloyd. Com duelo poderes, de pai e filho vão colocar em jogo o futuro deste grupo de ninjas modernos, que terão que aprender a deixar de lado seus egos para encontrar e libertar seus reais poderes de Spinjitzu.

(Programação confirmada até 04/10)

 

  • O Que Será de Nozes? 2

Estados Unidos / 2017/ 1h31 / Animação / Livre

Direção: Cal Brunker.

Elenco: Jeff Dunham, Joe Pingue, Will Arnett.

Sinopse oficial: Os esquilos urbanos estão de volta. Após a aventura na loja de nozes, Surly e seus amigos descobrem que podem ficar sem casa. Isso porque o prefeito resolveu construir um enorme parque de diversões no Liberty Park. Buscando não perder o lugar onde moram, eles precisam se unir para salvar a casa e derrotar o prefeito.

(Programa confirmada até 04/10-Cine Via Catarina, Palhoça).

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BEIJO DE CINEMA

Harold and Maude – Ensina-me a Viver (1971)

Dá para imaginar hoje algum produtor/ estúdio  interessado em comprar um roteiro onde o par romântico fosse um garoto de 20 anos e uma senhora de 80 ? Não que há 46 anos tenha sido fácil, mas foi possível. " Harold and Maude" – que no Brasil ganhou o título de "Ensina-me a Viver"- chegou às telas sob a direção de Al Ashby.

Harold (Bud Cort) é um jovem rico e angustiado, com obsessão pela morte. Quase enlouquece a própria mãe e as pretendentes que ela escolhe para ele, simulando cenas de suicídio. Um dia, Harold conhece Maude, uma sobrevivente de campo de concentração que, aos 79 anos, continua amando a vida. Ela, por motivos diferentes do rapaz, gosta de ir a funerais de pessoas desconhecidas. É num desses que eles se encontram. Imediatamente surge uma empatia entre os dois.

Maude ensina a Harold o prazer da música, da Arte e de viver mais despreocupadamente.  E também o ajuda a descobrir os prazeres do sexo, por que não? Nas mãos da atriz Ruth Gordon, Maude ganha leveza, encanto e credibilidade em uma história tão peculiar. Ao som das belas canções de Cat Stevens o filme resulta ainda mais encantador. Principalmente "Dont Be Shy" que diz  "Não seja tímido, apenas deixe seus sentimentos rolarem/ Não se vista de medo ou ninguém vai saber que você está aí", um resumo da lição de vida de Maude para Harold.

Aí, chegamos ao beijo. Embora, o filme deixe claro que o casal teve uma noite de amor, o beijo foi visto apenas na divulgação. Vamos mostrá-lo ainda assim, porque uma obra tão delicada e transgressora merece.

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Hasta la vista, baby!

As frases mais famosas do Cinema

É de "Fale com ela" (Hable com Ella), um dos filmes mais importantes de Pedro Almodóvar (meu diretor vivo favorito) a frase da semana. A fala do personagem Marco, um homem apaixonado por uma mulher em coma, nos é bem familiar. Ela é inspirada em versos de Tom Jobim , inclusive citado no diálogo. O diretor espanhol é grande apreciador da música brasileira. Em " Fale com Ela", o amigo Caetano Veloso aparece cantando "Cucurrucucu Paloma" e ninguém menos que Elis Regina interpreta "Por toda a minha Vida" – do próprio Jobim - ao fundo de uma das cenas mais emocionantes do filme, a toureira – agora em coma - em ação na arena.

"Não há nada pior do que separar-se de alguém que se ama. O amor é a coisa mais triste do mundo quando acaba, como diz uma canção de Jobim". (Marco)

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Festival de San Sebastián premia James Franco e diretora argentina

O ator e agora diretor americano, James Franco( 127 horas, Homem Aranha) , foi o ganhador  da Concha de Ouro no Festival de San Sebastian no último sábado (30/10), o mais importante em língua espanhola. Franco dirigiu "The Disaster Artist", uma comédia adaptada do livro homônimo que fala sobre "The Room", considerado o pior filme já feito. O prêmio pode sedimentar o caminho para "The Disaster Artist" ao Oscar.

Outra grande vencedora foi nossa vizinha argentina, a cineasta Anahí Berneri. Ela ficou com o prêmio de Melhor Direção por "Alanis". O longa que conta a história de uma prostituta deu também o prêmio de melhor atriz para Sofia Gala Castiglione. O Brasil esteve representado na co-produção com Argentina, Polônia e França de "Uma espécie de Família", ganhador de Melhor Roteiro.

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Mens@agem para você
  • De: Victoria Razig Votto.

"Adorei o especial! Não sabia que esses filmes tinham sido avacalhados pela crítica. São bons. O Seven então, curto muito! Agora falando em um filme atual, as opiniões estão muito divididas em relação a 'mãe!', novo filme do Aronofsky. O que você achou?"

Victória, ainda não tive tempo (coragem?) de ver "Mãe". Mas pretendo ir. Se quiseres mandar umas linhas dizendo o que achou, os leitores agardecem.

 

  • De: Dedé Ribeiro

"Acho que o principal papel da crítica é nos mostrar detalhes, pontos de vista e demais aspectos que são percebidos por quem estuda cinema. Cabe ao leitor perceber que gosto é pessoal. Não levar em conta uma crítica porque o crítico não gostou do filme me parece perder a oportunidade de aprender só pra ganhar a discussão! Adorei a coluna, como sempre."

Dedé, também respeito a opinião da crítica. Levo super em consideração a análise dos bons críticos, afinal, fui  "formada" em cinema nos tempos do Goida, Gastal, Tuio Becker, Ivo Stiger... Hoje, acompanho o Luis Carlos Merten que é dessa mesma safra. Me incomoda é a crítica demolidora, pedante ou a engraçadinha do tipo " fulana de tal, gostosa como sempre no filme tal...".

 

  • De: Andreia Peruchene

Cheguei a comentar que não tinha certeza sobre qual meu beijo preferido do cinema, mas esse  de Ghost, certamente está na lista dos melhores, e mais emocionantes! Excelente escolha S2.

Obrigada, Andréia. A ideia do diretor foi muito boa. E olha que há 27 anos os efeitos especiais não eram tão incríveis como hoje em dia !

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Sobre a colunista:

Brígida De Poli é  jornalista.  Cinéfila desde criancinha, converteu-se à mania das séries depois de assistir a "Os Sopranos". Não se considera crítica de Cinema, apenas alguém que gosta de compartilhar ideias sobre a sétima arte.



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